Caoa Chery · SUV médio
Caoa Chery Tiggo 7
Produção: 2017-presente
O Caoa Chery Tiggo 7 tem motor 1.5 turbo TCI flex 4 cilindros 16V de 150 cv com etanol e 21,4 kgfm. Ele pesa 1.466 kg e tem câmbio automático cvt (simula 9 marchas). Na estrada, a ficha traz 8,3 km/l com etanol. Com o tanque de 51 L, dá 423 km por tanque nesse ritmo.
Resumo montado com os dados verificados desta ficha.
O Tiggo 7 é o SUV médio de entrada da Caoa Chery no Brasil, produzido na fábrica de Jacareí (SP). A versão Sport, mais simples e barata que a antiga Tiggo 7 Pro, foi criada para brigar de igual para igual com concorrentes como Compass e Corolla Cross em preço.
Destaque
Um dos SUVs chineses mais vendidos do Brasil, ajudando a Caoa Chery a se firmar como uma das marcas chinesas mais consolidadas no país.
Ficha com base na versão: Tiggo 7 Sport 1.5 Turbo Flex (versão de entrada e maior volume de vendas)
Motor
1.5 turbo TCI flex 4 cilindros 16V
Potência
150 cv (etanol) / 147 cv (gasolina)
Torque
21,4 kgfm
Câmbio
automático CVT (simula 9 marchas)
Combustível
flex
Consumo cidade
6,9 km/l (etanol) / 10,0 km/l (gasolina)
Consumo estrada
8,3 km/l (etanol) / 11,7 km/l (gasolina)
0–100 km/h
10,7 s
Velocidade máxima
180 km/h
Comprimento
4.500 mm
Entre-eixos
2.670 mm
Porta-malas
525 L
Tanque
51 L
Peso
1.466 kg
Desempenho calculado
Peso potência
9,8 kg/cv (A)
Potência específica
100,0 cv/L (A)
Peso torque
68,5 kg/kgfm
Torque específico
14,3 kgfm/L
Autonomia urbana
352 km (A)
Autonomia rodoviária
423 km (A)
Calculado a partir dos dados verificados da ficha.
Versões-chave
Versões e consumo oficial
12 versões medidas pelo INMETRO. Toque para ver o consumo de cada uma.
Ano-modelo 2026
Ano-modelo 2025
Ano-modelo 2024
Consumo oficial do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (INMETRO/PBEV), tabelas 2024 a 2026, medido em laboratório com o carro novo. No trânsito de verdade o número muda conforme trajeto, carga, pneu e pé direito.
💡 Você sabia?
A fábrica da Caoa Chery em Jacareí (SP), inaugurada em 2019, foi uma das primeiras plantas de montadora chinesa construídas do zero no Brasil, abrindo caminho para a onda de marcas como BYD e GWM alguns anos depois.