Política de privacidade
Última atualização: 3 de setembro de 2026
Resumo em três linhas
O AutoTabela não pede cadastro: dá para usar o aplicativo inteiro sem criar conta e sem senha. Nome e telefone a gente pede em uma tela só — a de pedir cotação de financiamento ou de seguro —, e só se você preencher e autorizar; o item 1.4 conta tudo o que acontece ali. Guardamos as placas consultadas para não pagar duas vezes pela mesma pesquisa, e um identificador aleatório do aparelho para reconhecer a assinatura. Não vendemos os seus dados.
Sobre o dono do carro: a consulta gratuita no aplicativo não mostra nada do proprietário. O Relatório de Procedência mais completo, comprado no site, mostra o primeiro nome, o início do documento (já mascarado pela fonte) e se é pessoa física ou jurídica — para você conferir se quem vende é o dono. Não existe busca por pessoa aqui, e o item 1.3 explica o resto.
1. O que a gente guarda
- A placa consultada e o cadastro público do veículo que ela devolve (marca, modelo, ano, cor, combustível, município e UF de registro). Isso fica guardado no nosso banco por tempo indeterminado, porque cada identificação nova é paga e o dado cadastral de um veículo não muda.
- O registro anônimo de cada consulta grátis — a placa, o instante, qual passo aconteceu (a consulta, a oferta do relatório pago ter aparecido na tela, o toque no botão de comprar) e se veio do aplicativo ou do site. É o que nos diz quantas consultas acontecem por dia e quantas chegam a ver a oferta. Essa linha não tem IP, não tem cookie, não tem o identificador do aparelho e não tem nada que ligue duas consultas à mesma pessoa — o item 5 explica em detalhe, inclusive o que a gente perde por causa disso.
- Um identificador aleatório do aparelho — um código gerado por nós, sem relação com o seu nome, e-mail ou telefone. Serve para reconhecer a sua assinatura e para aplicar os limites de uso.
- Endereço IP, usado apenas para contar consultas por hora e conter abuso. Fica em um contador temporário, não em um histórico de navegação.
- Dados da assinatura: o identificador da transação da Apple, o produto assinado e a data de vencimento.
- Sua garagem (carros salvos) fica no aparelho, no armazenamento local do navegador. Ela só sai daí de um jeito: se você gerar um código de backup — veja o item 1.1 logo abaixo.
1.1. O backup por código (e o modo lojista)
O app oferece um backup para você não perder a garagem ao trocar de celular ou reinstalar. Ele não liga sozinho: enquanto você não tocar em “Fazer backup agora”, nada da sua garagem sai do aparelho.
Quando você gera o código, uma cópia da garagem passa a ficar guardada no nosso servidor, em um arquivo identificado só por esse código de 8 letras — sem nome, sem e-mail, sem conta. A partir daí, as mudanças seguintes são copiadas sozinhas, para que o backup não envelheça sem você perceber.
Se você usa o modo lojista, essa cópia inclui o livro do carro: quanto você pagou, quanto gastou, por quanto vendeu e os itens da sua lista de pendências. São os seus números de negócio — não os mostramos para ninguém, não os cruzamos com nada e não os colocamos em registro de erro nem em relatório. Mas quem tiver o seu código consegue lê-los, então guarde o código como você guarda a chave do pátio.
Contas como lucro, margem, dias no pátio e comparação com a tabela FIPE são feitas dentro do seu aparelho. Elas não são enviadas nem calculadas por nós.
Quer apagar um backup? Escreva para contatoautotabela@gmail.com informando o código, e apagamos o arquivo. Sem o código não temos como achar (nem associar a você) o que foi guardado.
Para usar o aplicativo não pedimos CPF, agenda, fotos, contatos nem localização precisa, e não existe conta para criar. Nome e telefone são pedidos em uma tela só, a de pedir cotação de financiamento ou de seguro — ela é opcional, depende da sua autorização e está detalhada no item 1.4. O e-mail aparece em dois lugares, opcional nos dois: no formulário de compra do Relatório de Procedência, no site (item 1.2), e como contato alternativo no pedido de cotação (item 1.4).
1.2. Quando você compra o Relatório de Procedência
O relatório é vendido no site (não dentro do aplicativo) e o pagamento acontece inteiro dentro do Mercado Pago. O formulário de compra tem um campo de e-mail, preenchido por você. Esse é o endereço que fica gravado no seu pedido — ele é gravado no momento em que o pedido é aberto, antes do pagamento. Ele serve para identificar o seu pedido no atendimento e, quando o envio automático estiver ligado, para mandar o link do relatório que você comprou — e, se o pagamento não for concluído, para mandar um lembrete único com o link pra retomar o mesmo pedido, entre 30 minutos e 24 horas depois de aberto. Só esse lembrete: nunca um segundo, e nunca se o pedido já foi pago.
Enquanto o envio automático está desligado, esse campo é opcional — dá para comprar sem preenchê-lo, e a própria tela de compra diz isso. Ele passa a ser exigido só quando o envio está ligado, que é quando ele tem contrapartida: aí o endereço é o que sustenta a promessa de mandar o link. Pedir um dado pessoal para entregar uma coisa que não vai acontecer seria cobrar sem dar nada em troca.
A razão é prática. Quem paga por Pix paga dentro do aplicativo do banco e muitas vezes não volta ao nosso site: o relatório fica pronto aqui e você não tem como saber. O e-mail é o caminho de volta.
O Mercado Pago quase nunca nos informa o e-mail de quem pagou. Ele anonimiza os dados do pagador antes de nos mostrar — no lugar do endereço chega um texto sem valor nenhum, que o nosso sistema descarta. Por isso a única origem confiável é o campo que você mesmo preenche. Quando ele confirma o pagamento e por acaso manda um endereço utilizável, nós lemos um único campo a mais — o e-mail — e ele só é aproveitado se você não tiver digitado o seu.
O que fica guardado junto com o pedido: o e-mail informado, a placa consultada, o produto, o valor, a data e o número do pagamento no Mercado Pago. Nome e CPF do pagador não. O Mercado Pago nos oferece mais do que o e-mail; a gente lê só o e-mail.
Se o link de pagamento for pago duas vezes (acontece quando alguém compartilha o link), o segundo pagamento não compra nada — e a gente guarda só o número dele e o número do pedido, para conseguir devolver o dinheiro. Nada sobre quem pagou: nem e-mail, nem nome, nem CPF, nem banco. Sem esse registro esse pagamento simplesmente sumiria, e ninguém teria como devolver.
Só escrevemos sobre a sua compra: que o relatório ficou pronto, a devolução do dinheiro quando alguma fonte não responde, e um lembrete único se o pagamento não for concluído. Nunca promoção, nunca novidade, nunca lista de divulgação. Você não precisa se descadastrar de nada, porque não existe nada de que se descadastrar.
A base para guardar e usar esse e-mail é a execução do contrato (art. 7º, V da LGPD): é a entrega do que você pagou. Por isso ela não depende de você marcar caixinha nenhuma — e é pelo mesmo motivo que ela não autoriza mais nada além disso.
1.3. O dado do proprietário do veículo (que não é você)
O Relatório de Procedência mais completo inclui um bloco de identificação do proprietário atual do veículo consultado. Esse dado vem de base oficial de registro veicular, por meio de fornecedor autorizado, e chega já limitado na origem: primeiro nome, início do número do documento e o tipo (pessoa física ou jurídica). Nome completo, documento inteiro, endereço, telefone, e-mail, renda ou score não são recebidos por nós — não é que a gente não mostre: não temos.
Finalidade e base legal. A finalidade é uma só: permitir que quem vai comprar um carro usado confira, antes de pagar, se o vendedor é o proprietário registrado. É prevenção de fraude patrimonial, e a base legal é o legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD), avaliado nos termos do art. 10: o tratamento é o mínimo necessário para essa conferência, é o que o titular razoavelmente espera de um registro público de veículo, e o dado já vem parcialmente mascarado pela própria fonte.
O AutoTabela não é, e não vira, serviço de consulta de pessoas. Não há busca por nome, CPF ou CNPJ; não há caminho de pessoa para veículo; não montamos lista, não cruzamos com outras bases, não usamos esse dado para marketing e não o cedemos a ninguém. Ele só existe dentro do relatório de uma placa, preso a um pedido pago, no link daquele pedido — e nunca sai no e-mail de aviso, que leva o link, a placa e o resumo do que consta, sem esse bloco.
Se você é o proprietário de um veículo e quer saber se um relatório com o seu registro foi emitido, se opor a esse tratamento ou pedir a exclusão do que está do nosso lado, escreva para contatoautotabela@gmail.com informando a placa. Respondemos pelos mesmos canais e prazos do item 7. O que estiver na base de origem continua com ela — apagar aqui não apaga o registro oficial do veículo.
1.4. O pedido de cotação de financiamento ou de seguro
O aplicativo tem um formulário para você pedir uma cotação de financiamento ou de seguro. Ele é a única tela do AutoTabela em que a gente pede o seu nome e o seu telefone — e ele só existe se você preencher: nada aqui é coletado sozinho.
O que fica guardado: o seu nome, o seu telefone (só os números), o seu e-mail se você quiser deixar um, a descrição do carro e a placa quando você chega pela consulta, o valor aproximado do veículo quando ele vem junto do atalho, a entrada e o número de parcelas no caso do financiamento, a data e a hora em que você marcou a autorização, e se o pedido nasceu no aplicativo ou no site. No financiamento, o formulário também pode perguntar, sempre opcionalmente, em quanto tempo você pretende fechar, se já viu o veículo pessoalmente e se a compra é de loja ou de particular — nada disso trava o envio do pedido, e pular qualquer uma delas não muda o retorno. CPF não. Documento não. Renda não. Score não. A gente não consulta o seu nome em birô de crédito e não faz análise nenhuma — o pedido de cotação não é proposta e não é aprovação; quem analisa e aprova é o banco ou a seguradora, depois, com você.
A base legal é o seu consentimento (art. 7º, I da LGPD), e ele é dado numa caixa que nasce desmarcada. A frase que você marca é esta, inteira: “Autorizo o AutoTabela a usar estes dados para me retornar sobre esta cotação.” Sem essa marcação o pedido não é enviado e nada é guardado — o sistema recusa antes de gravar.
A finalidade é uma só, e é a da frase: retornar sobre aquela cotação. Não vira lista de divulgação, não vira aviso de novidade e não é usado para nenhuma outra oferta. Você não recebe e-mail automático nosso — não existe, em lugar nenhum do sistema, envio para quem preenche esse formulário. O e-mail que você deixa serve para o AutoTabela te procurar se o telefone não atender.
Quem recebe o seu pedido é o AutoTabela. Ele fica registrado no nosso banco e, quando o envio automático está ligado, um aviso com esses mesmos dados chega à caixa de e-mail do AutoTabela para que alguém te ligue. Se você quiser seguir com a proposta, o AutoTabela repassa os seus dados a um banco, financeira ou corretora parceira — isso é feito por uma pessoa, caso a caso, e não por um envio automático para uma lista de parceiros.
Pedido repetido não vira dois registros: se o mesmo telefone pedir a mesma cotação de novo em menos de dez minutos (botão tocado duas vezes, página reenviada), o segundo não é guardado. Depois desse intervalo, é um pedido novo — porque provavelmente é.
Por quanto tempo: o critério é de 12 meses contados do seu pedido, que é o prazo em que uma cotação de carro ainda faz sentido e em que uma conversa de venda ainda pode virar reclamação. Sendo exatos, porque a diferença é sua: não existe hoje no nosso sistema uma rotina que apague esse registro sozinha na virada do décimo segundo mês. A exclusão é feita a pedido seu, pelo item 7, e é rápida. Preferimos escrever isto a prometer um apagamento automático que o sistema não faz.
Uma anotação da nossa equipe: quando alguém do AutoTabela atende ao seu pedido, pode registrar uma anotação interna curta sobre esse atendimento — por exemplo, o recado que você deixou na ligação ou a forma de contato que você prefere. Essa anotação fica guardada no mesmo registro do seu pedido, e por isso segue o mesmo critério de tempo e o mesmo caminho de exclusão do parágrafo acima: ela sai do sistema junto com o pedido, nunca sozinha.
Você pode revogar a autorização a qualquer momento — basta escrever para contatoautotabela@gmail.com informando o telefone que você deixou. A gente apaga o pedido e para de ligar. Se os seus dados já tiverem sido repassados a um parceiro para a proposta que você pediu, a revogação vale aqui na hora, e o parceiro passa a responder pelo que está com ele.
1.5. O aviso de dado errado numa ficha técnica
Em cada ficha técnica existe um link discreto, “Viu um dado errado? Nos avise”, que abre um formulário curto: qual campo está errado, qual seria o valor certo, de onde você tirou essa informação (opcional) e o seu e-mail (opcional, só se quiser resposta). Nome e telefone não são pedidos aqui.
O que fica guardado: qual ficha, o campo apontado, o valor que você informou, a fonte quando você deixa uma, o seu e-mail quando você deixa um, e se o aviso veio do aplicativo ou do site. Este aviso NÃO muda a ficha sozinho. Alguém da nossa equipe confere e corrige na mão — é por isso que não existe confirmação automática nem prazo prometido de correção.
Quando você deixa um e-mail, a base legal é o seu consentimento em fornecê-lo — deixar o campo em branco não impede o envio do aviso. Você não recebe e-mail automático nosso por causa deste aviso; o e-mail que você deixa serve só para o AutoTabela responder, se quiser.
2. O que a gente NÃO recebe
A compra da assinatura acontece inteiramente dentro da App Store. Nunca vemos nem guardamos número de cartão, senha do Apple ID ou dados de pagamento — recebemos da Apple apenas um comprovante assinado dizendo que a assinatura existe e até quando vale.
A compra do relatório no site acontece inteiramente dentro do Mercado Pago. Nunca vemos nem guardamos número de cartão, chave Pix, senha ou saldo — recebemos a confirmação de que o pagamento foi aprovado, o número desse pagamento e, quando o Mercado Pago manda, o e-mail da conta que pagou.
3. Publicidade no aplicativo
A versão gratuita do aplicativo exibe anúncios, e pode incluir o vídeo premiado que libera consultas extras. Esses anúncios são servidos pela plataforma Appodeal e pelas redes parceiras dela, que podem usar o identificador de publicidade do seu aparelho (IDFA no iPhone) para medir e escolher anúncios.
No iPhone, o app pede sua permissão antes de qualquer rastreamento (App Tracking Transparency). Se você recusar, o app continua funcionando igual — os anúncios só ficam menos relevantes. Você pode mudar isso em Ajustes → Privacidade e Segurança → Rastreamento.
Quem assina um dos planos pagos não vê os vídeos enquanto a franquia de consultas do ciclo durar.
4. Com quem compartilhamos
- Fornecedores de dados veiculares: a placa digitada é enviada ao fornecedor para obter o cadastro público do veículo.
- Apple: processa a compra e a renovação da assinatura.
- Appodeal e redes de anúncio: apenas na versão gratuita do app, conforme o item 3.
- Mercado Pago: processa o pagamento do relatório vendido no site. A placa e o número do pedido vão na cobrança; o e-mail que você digita não vai para lá.
- Google (Gmail): quando o envio automático está ligado, é por ele que sai o e-mail com o link do seu relatório. O e-mail leva o link, a placa e o resumo do que consta — nunca o relatório inteiro, e nunca nenhum dado do proprietário do veículo. É também por ele que o aviso de um pedido de cotação (item 1.4) chega à caixa do próprio AutoTabela — esse aviso vai para nós, nunca para você.
- Bancos, financeiras e corretoras parceiras: só quando você pede uma cotação (item 1.4) e só para responder àquela cotação. O repasse é feito por uma pessoa, caso a caso — não existe integração que mande o seu pedido a uma lista de parceiros.
Não vendemos, alugamos nem cedemos dados para terceiros com fins de marketing.
5. Cookies e medição
Cookies e ferramentas de terceiros: não existem. O AutoTabela não usa cookie de publicidade, não tem Google Analytics, não tem pixel de rede social e não carrega SDK de rastreamento de ninguém. O que fica no seu aparelho é armazenamento local, para lembrar a sua garagem, o identificador do aparelho e se a consulta grátis do dia já foi usada. Limpar os dados do navegador apaga tudo isso.
A medição que existe é nossa, fica no nosso servidor, e é esta: cada consulta grátis de placa vira uma linha no nosso banco de dados. A linha tem quatro coisas e só: a placa consultada, o instante, qual dos três passos aconteceu e se veio do aplicativo ou do site. Os três passos são a consulta (alguém pediu aquela placa), a oferta vista (o card do relatório pago apareceu na tela) e o toque no botão de comprar.
O que essa linha NÃO tem — e é o ponto: sem endereço IP, sem o modelo do seu navegador ou celular, sem cookie, sem sessão, sem o identificador do aparelho, sem identificador de conta. Nada que ligue duas linhas à mesma pessoa. Na prática isso quer dizer que a gente não consegue nem afirmar que a consulta das 14h01 e o toque das 14h02 são a mesma visita — o número só se lê somado, no fim do dia. Isso é perda de informação, foi escolhida de propósito, e é o que sustenta a promessa de que a consulta grátis é sem cadastro.
Até onde vai a palavra “anônimo”, sendo exatos: anônimo quanto a quem consulta. O que fica registrado é “o carro de placa X foi consultado às 14h”, nunca “fulano consultou”. A placa identifica um veículo, e quem consulta é quase sempre o comprador, não o dono — não é uma afirmação de que placa seja dado sem dono.
Para que serve: sem esses três números não dá para saber se a venda vai mal porque pouca gente entra, porque a oferta não aparece ou porque o preço assusta — e cada um desses diagnósticos pede um conserto diferente. O mesmo registro serve de conferência da regra da App Store que nos proíbe de oferecer o relatório pago dentro do aplicativo: um toque de compra registrado com origem “app” é um alarme para nós. A base legal é o legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD) em medir e corrigir o próprio produto, e ela se sustenta justamente porque a linha não identifica você.
Por quanto tempo, e a franqueza que isso exige: o critério é a finalidade — esse histórico fica enquanto servir para ler o funil (item 6). Não existe hoje rotina que o apague sozinho, e preferimos escrever isto a prometer um expurgo automático que o sistema não faz. E há uma consequência que é justo você saber: como a linha não identifica ninguém, não há como localizar “as suas” linhas para apagar a pedido. É a contrapartida de não ter o dado — não existe titular a identificar aqui, e é por isso mesmo que ele é inofensivo.
6. Por quanto tempo guardamos
- Cadastro do veículo por placa: por tempo indeterminado (é o cache que evita pagar duas vezes).
- Contadores de uso por IP e por aparelho: horas ou dias, e depois são apagados.
- Registro anônimo das consultas grátis (item 5): sem prazo fixo, e sem exclusão a pedido — porque não há como saber quais linhas seriam as suas. O critério do art. 16 da LGPD aqui é a finalidade: esse histórico fica enquanto servir para ler o funil da consulta grátis. Com a mesma franqueza das linhas acima: não existe hoje rotina que o apague sozinho na virada de mês nenhuma. E, como a linha não tem IP, cookie, identificador de aparelho nem de conta, ela não aponta para uma pessoa — não existe pedido de exclusão individual possível, porque não existe “o seu” registro a encontrar.
- Registro da assinatura: enquanto ela existir e pelo prazo legal depois disso.
- Backup por código: fica guardado até você pedir para apagar (item 1.1). Ele existe justamente para sobreviver à troca de aparelho, então não expira sozinho.
- E-mail de quem comprou: enquanto o pedido existir — e sai antes disso se você pedir. O critério é o do art. 16 da LGPD: o endereço fica enquanto serve ao contrato (reencontrar e reentregar o relatório que você pagou) e ao prazo em que uma compra ainda pode virar reclamação ou cobrança, que é de cinco anos. Guardar o registro nesse período é o que permite a nós dois provar o que foi entregue.
- Sendo exatos sobre esse e-mail, porque a diferença é sua: não existe hoje no nosso sistema uma rotina que o apague sozinho na virada do quinto ano. A exclusão é feita a pedido seu, pelo item 7, e é rápida: tiramos o endereço e o pedido continua sem ele (placa, valor e data, que é o que a contabilidade precisa). Preferimos escrever isto a prometer um expurgo automático que o sistema não faz.
- Pedido de cotação (financiamento ou seguro): critério de 12 meses — e sai antes disso se você pedir. O detalhe, com a mesma franqueza do e-mail acima, está no item 1.4: não existe rotina que apague esse registro sozinha na virada do décimo segundo mês. A exclusão é a pedido seu, pelo item 7, e revogar a autorização apaga o pedido.
- Pedido e relatório comprado: ficam. Quem pagou relê quando quiser. O relatório descreve o carro — e, no produto mais completo, traz também o bloco de identificação do proprietário na data da consulta, nos limites e pelo motivo do item 1.3. Ele é uma fotografia daquele dia, não uma ficha que a gente atualiza.
7. Seus direitos (LGPD)
Você pode pedir confirmação do tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade ou exclusão dos dados associados ao seu aparelho, além de revogar consentimentos. Basta escrever para contatoautotabela@gmail.com.
Uma observação honesta: o cadastro público de um veículo (marca, modelo, ano) não é dado pessoal seu — ele descreve o carro, não você, e continua no nosso cache mesmo que você apague o aplicativo.
Comprou um relatório e quer que a gente apague o seu e-mail? Escreva para contatoautotabela@gmail.com do próprio endereço que pagou, ou informando a placa e a data. Apagamos o e-mail do pedido; o link do relatório continua valendo, e a gente perde a capacidade de te avisar de qualquer coisa sobre aquela compra.
Segunda observação honesta: o Mercado Pago guarda a cópia dele do pagamento, com o seu e-mail, pelas obrigações dele. Apagar aqui não apaga lá — para isso você fala com o Mercado Pago.
Pediu uma cotação e mudou de ideia? Escreva para contatoautotabela@gmail.com informando o telefone que você deixou. Revogar a autorização do item 1.4 é direito seu (art. 8º, § 5º da LGPD), não custa nada e não exige justificativa: a gente apaga o pedido e para de ligar. Terceira observação honesta, do mesmo tamanho das outras duas: se os seus dados já tiverem sido repassados a um parceiro para responder àquela cotação, a revogação vale aqui na hora, e a cópia que está com o parceiro é com ele — a gente te diz quem é, para você pedir lá também.
8. Crianças
O AutoTabela não é direcionado a menores de 13 anos e não coleta dados deles de forma consciente.
9. Segurança e mudanças
Os dados ficam em servidor próprio com acesso restrito e conexões protegidas. Nenhum sistema é infalível; se algo relevante acontecer, avisaremos pelos canais do aplicativo. Esta política pode ser atualizada — a data no topo indica a versão vigente.
10. Contato
Responsável pelo tratamento dos dados e canal de atendimento: contatoautotabela@gmail.com.
Veja também os Termos de uso.